Ai, este é capaz de ser o pior dia do ano todo! A Maria diria que estou a dramatizar, mas a verdade é que motivos não me faltam para achar que é mesmo assim.
Vejamos:
~ Dói-me a cabeça. Mas dói MESMO! Daquelas dores que, quando achamos que estão a acalmar, regressam com uma pontada que nos faz ficar uns 5 segundos a olhar para o nada e desejar ardentemente que aquilo pare.
~ Rasguei uma lente e não tenho cá mais para substituí-la. Portanto, estou pseudo-vesga e não é aconselhável pôr os óculos, uma vez que eles também têm tendência a provocar-me dores de cabeça.
~ Acho que estou com uma porra de uma otite. Há dois dias que o ouvido direito me anda a provocar desconforto. Mas esta manhã comecei a ter dúvidas… Será que é a dor de ouvido que está a provocar-me dor no maxilar/gengiva/dente; ou será que é a dor no maxilar/gengiva/dente que me está a provocar dor no ouvido?
~ A minha argola (do nariz) está completamente solta e não tenho maneira de ir ao Colombo comprar outra para a substituir.
~ Fui ao Shopp à bocado e apaixonei-me por um camisolão que não posso comprar.
~ Enquanto estava no Shopp comi um crepe, o que significa que, para além de estar enjoada até ao tutano, vou ter ainda que fazer 45 minutos de bicicleta para não me sentir culpada (sim, sou paranóica --').
~ E agora o pior: as aulas começam daqui a exactamente uma semana.
Aluguei-o ontem e adorei vê-lo. É incrível o quanto eles conseguiram captar comportamentos reais e focá-los no filme... Acreditem que sei do que falo, porque tenho amigas que encaixam que nem luvas na personagem principal do filme.
Conversas típicas de um dia de aulas:
*R olha para o telemóvel pela 10º vez nos mesmos trinta segundos*
R: não estou a perceber! C: que é? R: não estou a perceber porque é que a minha caixa de entrada não está entupida com mensagens.
*C revira os olhos*
*K entra na conversa*
K: se calhar ele está a dormir. C: se calhar está à espera que sejas tu a primeira a dizer qualquer coisa. R: bem pode esperar então!
*10 minutos depois*
R: não tem mal nenhum se mandar, pois não? Quer dizer, não vai soar desesperado, certo? C: vai.
*R ignora o que C disse e envia a mensagem à mesma*
*2 segundos depois*
R: merda, ele não me responde! O que é que eu fui fazer?
K: Vais ver que ou está a dormir ou não está oupé do telemóvel.
***
Agora vejam o trailer, sobretudo os primeiros 40 segundos.
Encontraram semelhanças?
Ahah! Hilariante! Afinal não são só as minhas amigas. É universal! As mulheres parecem sofrer em massa deste síndrome que as faz agir como parvinhas necessitadas de atenção por parte do sexo oposto. Podemos até estar a falar de um idiota chapado que só diz porcaria; ainda assim, elas hão-de querer sentir-se "desejadas" por ele.
Às raparigas que queiram entender o que vai na cabeça dos homens, aconselho que assistam a este filme. Pessoalmente, não é algo que eu precise, uma vez que em determinados assuntos tenho tendência a pensar como um homem; mas ainda assim diverti-me bastante a identificar os comportamentos de ambos os lados de uma relação.
Fica aqui a Sinopse:
LIGA-ME "Talvez ele tenha ligado e eu não tenha recebido a mensagem. Ou tenha perdido o meu número, ou esteja fora, tenha sido atropelado, ou a avó morresse..."
"Ou talvez não tenha ligado simplesmente porque não te quer ver mais!"
Se alguma vez já esteve sentada à frente do telefone a perguntar-se porque razão ele disse que ligava mas não liga, ou se não percebe o porquê dela não querer ir mais para a cama consigo, ou porque diabo a sua relação não avança para o nível seguinte... ele (ou ela) talvez não estejam mesmo nessa... Baseado no popular livro dos argumentistas de "O Sexo e a Cidade", Greg Behrendt e Liz Tuccillo, "Ele Não Está Assim Tão Interessado" conta a história cruzada de um grupo de vintões e trintões de Baltimore, enquanto estes navegam através das suas várias relações, desde o vazio da cena do engate até aos terrenos profundos mas escorregadios da vida marital, mas tentando sempre ler da melhor maneira os sinais que lhe são enviados pelo sexo oposto.
Assistam e divirtam-se ;)
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Nota. A tradução em Português é "Ele não está assim tão interessado".
Oh! e tenho que vos deixar isto:
Paramore ~ Use Somebody (cover) - Apesar de gostar mais da original, fiquei apaixonada por esta também. A voz da Hayley é qualquer coisa (:
Primeiro que tudo, tenho MESMO que me obrigar a abrir o Documento e acabar com aquilo de uma vez. Não me apetece, estou com preguiça e preferia ficar a noite inteira a olhar para o tecto a fazer isso; MAS tem que ser --'
Tenho também que tratar da inscrição para a Fac. Digamos que já o podia ter feito, mas há um certo empeçilho que me tem impedido de tal. Enfim, pode ser que amanhã já esteja tudo resolvido.
Agora, falando um bocadinho mais do Algarve... Ah quero tanto voltar para aquela praia! Sinceramente, acho que vou passar o Inverno todo a sonhar com o próximo Verão, altura em que, espero eu, vamos repetir tudo *0*
Houve alguns incidentes, claro. A Joana passou a semana toda com uma infecção urinária e eu andei com dores de cabeça enormes nos primeiros dias porque me recusava a beber café. Também aconteceram outras coisas menos fofas e beeem mais engraçadas, mas claro que não vou especificá-las aqui.
Apesar de praticamente não ter dormido e de aquela casa ter chegado a confundir-se com uma pocilga, o que conta é que estive com as minhas amigas e que juntas passámos alguns dos melhores dos momentos das nossas vidas. Só por isso já valeu beeeem a pena.
Por agora ainda não tenho nenhuma foto (não levei a minha máquina -.-), mas quando tiver ponho aqui uma ou outra ;)
Mudando de tema: como sabem, eu adoro Placebo; e portanto não podia deixar de divulgar um novo fórum fofo, criado por pessoas fofas xD Já me registrei e pretendo passar sempre por lá para me actualizar e ir lendo notícias do Molko e companhia. Se são apreciadores de Placebo, façam o mesmo em Slow Motion Suicide ;)
Por último, quanto à música de hoje, deixo-vos um clássico:
De volta, mas ainda demasiado a leste para conseguir fazer um post decente.
Por agora basta dizer que tenho a sensação de que era capaz de ficar pelos Algarves para sempre (:
Estou em casa desde Segunda, mas entretanto acontecerem mil e uma coisas que me impediram de voltar à vida normal. Digamos que fazer 600km num dia para ir a um funeral não é propriamente animador...
Enfim, por agora vim deixar-vos uma música cuja letra costuma pairar na minha cabeça em determinados momentos. Acho-a simplesmente linda, e aconselho-vos apenas a ouvirem sem preconceitos, mesmo que não seja o vosso estilo de música... Acho que assim vão conseguir apreciar a fluidez e a "paz" que ela emana.
Bem, para estes lados não há grande coisa para contar; tenho apenas estado embrenhada numa leitura cativante e ao mesmo tempo assustadora...
"O sétimo selo" é um livro de José Rodrigues dos Santos, autor do conhecido "Codex 632". Ainda não acabei de ler (falta pouco!), mas já consigo considerar o brilhantismo que rodeia toda a obra. Devorei 421 páginas e deixei-me embrenhar pelo tema que tanto me cativa: o aquecimento global.
Este é o assunto da actualidade que mais me preocupa, que mais me faz pensar; bem mais do que as guerras, o terrorismo ou a badalada Gripe A. Não é um tema passageiro, não é simples alarmismo; o nosso mundo sofre alterações perigosas de dia para dia e a maior parte de nós não faz ideia daquilo que está para vir.
Já tinha noção do problema, até porque costumo ver documentários e ler alguns artigos sobre o degelo e afins. O que não tinha bem em mente é a dimensão enorme do problema e do quanto ele abrange. Não se trata apenas do derreter dos glaciares e da subida do nível de água, nem sequer se trata apenas do efeito de estufa... Há tanta coisa misturada que me parece muito difícil que se venha a encontrar a solução adequada - pode servir para isto, mas não serve para aquilo.
Claro que sempre relacionei todos estes problemas com a emissão de gases para a atmosfera, o petrólio e bla bla bla, mas ainda não me tinha apercebido de como toda a situação junta se enrola numa bola de neve, imparável depois de começar a rebolar pela colina abaixo.
Sinceramente, acho que há muito boa gente que devia ler este livro. Falo inclusivé da minha irmã, que me acusa constantemente de ser alarmista, de bater com a cabeça nas paredes por causa de algo para o qual eventualmente se vai encontrar solução. Se vai ou não, não sei; apenas acho que cada um de nós deve ter consciência daquilo que se passa no planeta em que vivemos.
"Tomik, os cálculos actuais apontam para um aquecimento entre um e seis graus este século, provavelmente mais perto dos seis. Isto significa um Verão permanente por toda a parte, com grandes pedaços de terra invadidos pelo mar, os continentes quase reduzidos a ilhas, as regiões tropicais transformadas em desertos, secas cada vez mais graves, tempestados crescentemente violentas, incêndios florestais generalizados, erosão dos solos, alteração dos ciclos climáticos, destruição de colheitas e o alastrar de doenças tropicais. A malária, por exemplo, vai espalhar-se pela Europa, e o mesmo acontecerá com outras pragas até agora só conhecidas pelo Terceiro Mundo" Em, "O sétimo selo", página 201
"Sem a Arábia Saudita não haveria energia suficiente para satisfazer as necessidades globais. A economia mundial entraria em produnda recessão e o caos espalhar-se-ia por toda a parte. Já viste o que qera o petrólio tornar-se tão caro que, em vez de custar oitenta dólares por barril, custasse setecentos dólares?" "(...) imagina o que aconteceria se houvesse uma súbita ruptura do abastecimento energético. Numa situação dessas, todas as coisas a que nos habituámos, estes luxos que já damos como garantidos, evaporar-se-iam de um momento para o outro" (...) "Não podíamos deslocar-nos para o trabalho, o transporte de bens de um lado para o outro parava, as fábricas deixavam de receber matérias-primas, a produção ficava suspensa e a distribuição, a econimia paralisava, as empresas iam à falência em cascata, as pessoas ficavam sem meios de subsistência, parava o transporte de alimentos para os mercados, haveria quebra da ordem pública, tumultos, pilhagens, os países tornavam-se ingovernáveis, a fome espalhava-se por toda a parte e mergulhávamos no caos". Em, "O sétimo selo", páginas 279 e 380
Este é provavelmente o título mais idiota que desencantei desde que tenho o blog, mas wtv -.-
Bem, hoje fui acordada bem cedo pelo meu pai, que praticamente me obrigou a pular da cama porque queria ir passear. Acabámos por ir a Setúbal, onde apanhámos um Ferry Boat para Troia. Uma vez em Troia, só aconteceu porcaria -.-
Primeiro: estivemos HORAS (literalmente) de roda daquilo em busca de um restaurante/bar ou qualquer sítio onde pudéssemos tomar café. Entretanto passou tanto tempo que ficou hora de almoço... restou-nos ir ao único supermercado (que por acaso é mini) dali para comprar coisas para fazer sandes. Café que é bom, NÃO.
Depois estivemos mais HORAS à procura de um caminho para uma "praia deserta" (sim, porque não podíamos ser como as pessoas normais que vão à praia normal. Nãaao. Tínhamos que ser aventureiros e explorar tudo --'). Enfim, lá acabámos por encontrar... Comemos no carro e deixámos o carro estacionado à beira da estrada, uma vez que até à praia ainda havia um longo (longo mesmo) caminho de dunas.
Agora a parte mais fofa de tudo: a minha querida mãe, que por acaso se esqueceu de levar toalhas para mim e para a minha irmã, rebentou os chinelos dela e eu, como filha fofa que sou, dei-lhe os meus para ela não se magoar. Andei mais de 1Km pelas dunas, com a areia cheia de coisas que magoavam e a ESCALDAR. A escaldar MESMO.
Resultado? Fiquei com queimaduras na planta dos pés x'D
Amanha isto vai estar cheio de bolhas, estou mesmo a pressentir -.-
Parte boa no meio de tanto drama: a praia parecia um pequeno paraíso *_* Não se via ninguém e a água estava límpida e tãaao boa. Estive horas lá dentro.
Conclusão: é para repetir. Prevenida com ténis e muuuuita água, mas para repetir.